Civismo !    Resgatando a História

A Sociedade espalhou pelo Brasil, dezenas de bustos de brasileiros ilustres, que foram mandados fundir em bronze, como por exemplo, o de seu Patrono, José Bonifácio de Andrada e Silva, exposto no Jardim dos Franceses do Museu do Ipiranga, com réplicas em vários locais no Estado de São Paulo.Ao lado esquerdo, Sua Alteza Imperial e Real o Príncipe D. Pedro Gastão de Orleans e Bragança e o Comendador Arqueólogo Roberto de Aquino Lordy, quando de sua gestão como Presidente da Sociedade Brasileira de Heráldica.

 

Reconhecendo Méritos !

A Entidade instituiu várias "Ordens Honoríficas" que contemplam, em classes distintas, muitos dos domínios da vida, convencionadas como: Ordens Históricas; Ordens Temáticas e Ordens de Fraternidade Internacional. Cada "Ordem", constitui um Sodalício com regulamento próprio.


Alguns Membros Ilustres em Âmbito Mundial !


Dentre centenas de personalidades contemporâneas, em nível internacional agraciadas pela Entidade, destacam-se o seguintes membros: Comendador Grã-Cruz Engenheiro Antonio Guterres, ex-primeiro ministro da República Portuguesa, Comendador Grã-Cruz Jaime Gama, ex-ministro das relações exteriores de Portugal, Escritor José Saramago, prêmio Nobel de literatura; Comendador Grã-Cruz Massimo D'Alema, ex-primeiro ministro da República da Itália, Comendador Grã-Cruz Salvatore Distaso, presidente da regione de Púglia (Itália) e Comendador Juiz Senador Antonio Di Pietro (líder da "Operação Mãos Limpas", na Itália; Comendador Grã Cruz Daisaku Ikeda, líder pacifista da Soka Gakai, no Japão; Comendador Jorge Bolaños, Ministro das Relações Exteriores da República de Cuba e muitos outros.

 

Chancelarias e Sedes em Portugal

A Entidade
mantém representações protocolares em Portugal, através de Chancelarias, sendo uma na "Casa do Brasil Pedro Álvares Cabral" em Santarém, na Região do Ribatejo onde, na Igreja da Graça encontra-se sepultado em campa rasa o navegador português, e outra, no Castelo de Ourém (Fátima), Região de Leiria, onde no Restaurante Medieval, são realizadas periodicamente solenidades de outorgas.

 

O Sodalício Heráldico

A soma de todos os Sodalícios, constitui o "Grão-Mestrado" ou Sodalício Heráldico, Órgão Soberano, que infere prioritariamente sobre às questões ritualísticas e hierárquicas do cerimonial, na Entidade, As questões seculares são tratadas pelo Conselho Superior, composto pela junção da Presidência e da Diretoria. A Sociedade, mantém ainda os Conselhos: "Consultivo", "Deliberativo", "Fiscal" e "Federal de Honrarias e Méritos".

 

Condecorações Oficializadas

As "Ordens Honoríficas" são detentoras de acervos medalhísticos diferenciados e inerentes, cujas condecorações são oficializadas por instâncias governamentais no Brasil, e ou reconhecidas no exterior. Essas láureas, foram instituídas segundo as tradições das ciências heráldicas e medalhísticas, e seus graus condecorativos são outorgadas criteriosamente, há mais de 46 anos, reconhecendo méritos comprovados de cidadãos e Instituições, em âmbito mundial.



Rigor na Escolha

O critério para a outorga de condecorações é sempre muito rigoroso em qualquer circunstância. Após a propositura de um novo nome para ingresso na Entidade, feito prioritariamente por um sócio antigo, ele passará por minuciosa avaliação e obedecerá trâmite pertinente, até a final homologação, que será feita pelo Conselho Federal de Honrarias e Méritos, mecanismo que atua como "crivo seletivo" instituído pela Sociedade. Com o ingresso do novo Membro no quadro associativo, será autorizado também a expedição de sua Credencial. Ao lado esquerdo o Comendador Engenheiro Mário Covas, agraciado com a Cruz do Mérito Cívico e Cultural no ano de 1983. Ao lado direito o Comendador Mário Jorge Lobo Zagallo e Comendador Roberto Leal.

 

Registro em Cartório e Publicação no Diário Oficial

A Presidência da Entidade, finalmente homologa a ordem de expedição do Diploma de honra. As Condecorações Oficializadas outorgadas pela Sociedade Heráldica, passam a perpetuar os nomes dos cidadãos prestantes ou Instituições agraciadas, perante as gerações vindouras. Os Diplomas, são registrados no Primeiro Cartório de Títulos e Documentos da Capital, (SP) através de um Decreto Magistral e o ato é publicado no Diário Oficial do Estado, que geralmente circula no dia da Solenidade de Outorgas, quase sempre precedida por um Jantar de Gala, com pompa e circunstância, realizados invariavelmente em espaços nobres, como o Museu do Ipiranga, Assembléia Legislativa, Câmara Municipal, Capelania da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Círculo Militar de São Paulo, ou na unidade festiva da Entidade. Dependendo da ocasião, as outorgas podem também ser realizadas em palanques públicos ou ainda de forma mais singela, em gabinetes e ou locais mais restritos.

 

 

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